Morada Office 2010

Ambiente Projetado pelos arquitetos da OUSE idéias, este é o espaço adega Gourmet, belíssimo.

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Sala de Reuniões multimidia, também projetado pela OUSE idéias.   O que mais me chamou atenção neste ambiente foi o teto, todo feito com restos de folhas de ploter do escritório, ecológico e a sensação é muito agradável.

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Ambiente projetado pela arquiteta Cassia Oliveira para o fotógrafo Kadu de Calafiori.

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Ambiente projetado pelo escritório FGM Urbana para a Cosmos Turismo.

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Ambiente projetado pelo escritório JJ Design, espaço Bortolini.

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Sala do Presidente – Ambiente Projetado pelos arquitetos Edson e Ronaldo Lima para a morada office 2010

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Ambiente projetado pela Arquiteta Silvana Preto para a mostra Morada Office 2010 – Atelier da Estilista

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Museu Histórico Emilio da Silva – Escadarias

Localizado na praca Ângelo Piazera O MHES é uma instituição sem fins lucrativo, vinculada à Fundação Cultural, cuja principal mantenedora é a Prefeitura Municipal de Jaraguá do Sul. Tem como finalidade contribuir com a pesquisa, a educação patrimonial e no desenvolvimento de projetos culturais, definindo assim, a sua missão: “proporcionar espaço de Luz sobre a sociedade a fim de conhecer o Passado, compreender o Presente e construir o Futuro”.

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Mais uma foto externa do MHES, clique aqui

Historico

Jaraguá do Sul, desde a década de 70, é conhecida como a “Pérola do Vale do Itapocu”. Nessa época, o Senhor Eugênio Schmöckel, era o Prefeito em exercício, criou coletivamente, pela Lei nº 321 de 08 de agosto de 1971, a Biblioteca Pública, o Arquivo Público e o Museu Histórico.

Era o ano de 1976. A cidade comemorava 100 anos de fundação e a comunidade, através de seus representantes, aspiravam marcar a data com intensa programação cultural.

O Senhor Eugênio Strebe, Prefeito após a festiva data do aniversário da cidade, através da Lei nº 633, de 29 de setembro, criava sob denominação o Museu Municipal “Jaraguaense”.

Após anos de sua criação, o Senhor Durval Vasel, Prefeito em 1988, alterava por Lei a denominação do Museu, que, então se passou a chamar Museu Municipal “Emilio da Silva”.

Foi nessa época, que os jaraguaenses viram o inicio de concretização de um projeto voltado a valorização do seu patrimônio natural, artístico, histórico e arquitetônico, nesse inicio do terceiro milênio.

Com visão de administração pública, o Senhor Durval Vasel trouxe à sociedade jaraguaense importantes discussões e realizações, como a instalação do Museu Municipal na sede da antiga estação ferroviária. Uma época desafiadora, mas apesar dos percalços, a cidade viu nascer uma nova fase da história de sua gente.

Com o passar dos anos, já na administração do Senhor Irineu Pasold, Prefeito Municipal, em 2001, através da Lei Nº 2.826 de 30 de maio, passou a denominar-se Museu Histórico de Jaraguá do Sul “Emilio da Silva”. O projeto solidificou-se e, em 19 de novembro de 2001 foi instalado, oficialmente, na sede da antiga Prefeitura da cidade.

Após três décadas de lutas em prol da cultura, consolidava-se a implantação de um museu organizado pelo poder público.

Hoje, os jaraguaenses orgulham-se de ver a sua história venerada e respeitada, por todos que apreciam a arte da cultura no museu.

Apresentação do Filme, “Maré, Nossa História de Amor” de Lucia Murat

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Apresentação do filme Maré, Nossa História de Amor com caráter de musical o belo filme da Cineasta Brasileira Lucia Murat foi filmado em  favelas e locais do Rio de Janeiro. Vale a pena ver o filme, pela musica, pelo belo visual, pela história e toda a poesia que se mescla com uma realidade brasileira.

Mesquita Imam Ali ibn Abi Tálib

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A Mesquita Imam Ali ibn Abi Tálib, templo religioso da comunidade muçulmana de Curitiba, foi inaugurada em 1972. Erguida no característico estilo arquitetônico islâmico, possui uma cúpula central, ladeada por duas torres – denominadas “minaretes” (do árabe “manar”, ou “torre”). Totalmente forrada por legítimos tapetes persas, sua construção foi orientada em direção à cidade sagrada de Meca, conforme determinam as prescrições religiosas. Na parte inferior, conta com escritórios, biblioteca e anfiteatro. Na parte de trás, possui belo jardim.

No interior do amplo recinto frontal da Mesquita, a comunidade muçulmana da capital paranaense realiza seus cultos, especialmente as Orações de Sexta-Feira ao meio-dia, que, obrigatoriamente, devem ser feitas de maneira coletiva. No local são feitas, ainda, as seções de súplica, que ocorrem regularmente nas noites de quarta e quinta-feira, em torno das 20 horas.

Ao dar à Mesquita de Curitiba o nome de “Imam Ali ibn Abi Tálib”, a comunidade muçulmana da cidade quis homenagear uma das mais importantes personalidades da história islâmica. O Imam (Guia Espiritual) Ali ibn (filho de) Abi Tálib era primo e genro do Profeta Muhammad (Maomé). Ele foi o grande conselheiro espiritual, político e militar de Abu Bakr, Omar e Othman, os três primeiros califas após o falecimento do Profeta, tornando-se ele próprio o quarto califa.

Além de deixar uma grande obra de caráter abrangente, com orientações religiosas, administrativas e sociais – intitulada Nahjul Balagha ou “Tratado da Eloquência” – o Imam Ali foi um dos grandes responsáveis pela compilação do Alcorão Sagrado – a Escritura dos muçulmanos – e pela definição das regras gramaticais que até os dias atuais regem o idioma árabe clássico.

A Mesquita Imam Ali ibn Abi Tálib é uma referência não só para a comunidade islâmica de Curitiba. Ela recebe muçulmanos de todo o Sul do País, Interior de São Paulo e até do exterior, além de milhares de turistas e estudantes, anualmente.

Crédito: IBEI-PR – Instituto Brasileiro de Estudos Islâmicos do Paraná

Endereço: Rua Kellers, 383
Tel: (41) 3222-4515